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deu caldeirada deu

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no dia mundial da árvore internacional contra a discriminação racial internacional das florestas mundial da poesia estivemos com Mário Lisboa Duarte, Nuno Miguel Neves e Zé Eduardo a fazer uma bela caldeirada de poesia eish!perimental no espaço da Mercearia de Arte e Galeria Ícone. vamos, entretanto, meter uns vídeos no ciberespaço para documentar os variados pEISH!s apresentados. enquanto não, preparámos uma coleçãozinha de postais (com o trabalho de cada caldeireir@) que podem adquirir na candonga por 2 eurinhos (incluindo portes de envio). e se um dia destes passar por vocês um urso numa carrinha branca a oferecer rabuçados…entram?

“kunamis fresquinhos” a.k.a. 2 apontamentos sobre as nossas andanças

no a glimpse of o desafio era mais ou menos isto: fazer algo sobre corpos “happy, and orgasmic, fond of everything erotic, eager to become ecstatic”, sexo, pornografia; usar palavras de partida que estivessem contidas nos textos abaixo.

à Liliana saiu-lhe isto, a partir das palavras que explicavam o desafio: positive pornography. Ela agradece aos softwares Natural Reader e Soundplant. Sem eles nada teria sido possível.

E como há que aproveitar bem quando dão trela à poesia-que-pelo-menos-tenta-experimentar, a manobra de Heimlich deu uma perninha na Revista Laboratorio (Universidade Diego Portales, Chile).

. ] quinquilharia [ > lança-se na clandestinidade

kinky

Na . ] quinquilharia [ >  a pica é  “autora de 12 livros”, o medo é “fornecedor de produtos de escritório” e o “caos é não é sim é não é é”. Não é todos os dias que vemos a linguagem fazer um base-jump destes. Que me caia já qualquer coisa na cabeça se eu estou a mentir. Vocês vão querer ter este “bicho” aí em casa para folhear lascivamente sempre que vos apetecer.

Desde a capa até aos Tortos de autor, a . ] quinquilharia [ > (kinky para os amigos) desafia as práticas instituídas na poesia, na produção de poesia e na sua publicação e legaliza, expõe outras práticas que normalmente “não dão tanto jeito”  a quem costuma andar nestas vidas poéticas. (en)Vejamos: no início do livro é explicitado o método e estratégias (Googlism) utilizadas para criar o seu conteúdo (não, o Bruno não tem medo que lhe roubem as ideias e deixa o repto a quem quiser ‘usar.se’ do seu trabalho);  o livro tem uma licença CC, CULTURA LIVRE, Compartilha igual; é deliberadamente publicado no projeto Candonga e na sua clandestinidade.

 A primeira página pergunta-nos “Qual o sentido de fazer alguma coisa se não for para alterar a ordem e as ordens?”. As outras mostram-nos como isso é renovador.

Se quiseres arranjamos-te isso no mercado negro por 4 euros. Diz coisas.