. ] quinquilharia [ > lança-se na clandestinidade

kinky

Na . ] quinquilharia [ >  a pica é  “autora de 12 livros”, o medo é “fornecedor de produtos de escritório” e o “caos é não é sim é não é é”. Não é todos os dias que vemos a linguagem fazer um base-jump destes. Que me caia já qualquer coisa na cabeça se eu estou a mentir. Vocês vão querer ter este “bicho” aí em casa para folhear lascivamente sempre que vos apetecer.

Desde a capa até aos Tortos de autor, a . ] quinquilharia [ > (kinky para os amigos) desafia as práticas instituídas na poesia, na produção de poesia e na sua publicação e legaliza, expõe outras práticas que normalmente “não dão tanto jeito”  a quem costuma andar nestas vidas poéticas. (en)Vejamos: no início do livro é explicitado o método e estratégias (Googlism) utilizadas para criar o seu conteúdo (não, o Bruno não tem medo que lhe roubem as ideias e deixa o repto a quem quiser ‘usar.se’ do seu trabalho);  o livro tem uma licença CC, CULTURA LIVRE, Compartilha igual; é deliberadamente publicado no projeto Candonga e na sua clandestinidade.

 A primeira página pergunta-nos “Qual o sentido de fazer alguma coisa se não for para alterar a ordem e as ordens?”. As outras mostram-nos como isso é renovador.

Se quiseres arranjamos-te isso no mercado negro por 4 euros. Diz coisas.

Aqui está a primeira posta deste blogue. Aqui estás tu. Aqui estamos nós.  É por aqui e por ali e por acolá que vamos. Não sabemos é onde vão dar estes descaminhos. Falamos sobre isso no texto de desapresentação do projecto.

Desordem de trabalhos:
Para abrir o projecto — e porque desejamos que este projecto seja “sempre a abrir” mas sabemos que a lentidão tem benefícios para a saúde — temos já para vos mostrar dois trabalhos (um e dois) que são o cabo dos trabalhos, um outro que está em-progresso e outro em pré-processo. Desafiamos quem quiser saber mais sobre os porvires a subscrever a newsletter do projecto, a ser distribuída futuramente pela porta do cavalo. Prometemos que não vamos ser chatos/as.

Esperamos que estes e outros carreiros se possam percorrer em comunidade, à molhada mesmo: com várias mãos e vozes e pés. Para que vos quero? Ora, vamos lá andando. Na Candonga.